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Parei com essa história de prometer escrever aqui com mais freqüência.
Agora a única coisa que eu possa prometer é deixar frases como essa.

- Postado por: Cris às 00h26
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Ah! se você bem soubesse...parava com essas coisas de moleque e vinha logo me beijar...

"Acho que a chuva ajuda a gente a se ver"

- Postado por: Cris às 14h39
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Poucas novidades, por isso nenhum post, apenas um resumo diário da coisas maravilhosas que estão acontecendo na minha vida e outras apenas para ter o que falar :

Meu projeto de extensão aprovado e já em andamento;

Meu projeto de pesquisa para o Congresso de Letras aprovado;

Igarassu é uma cidade linda e riquíssima em monumentos histórico, vale a pena ver;

Assisti a dois filmes, um muito bom (A Queda) e outro tendendo a ser porcaria (Cruzada);

Li 3 livros interessantíssimos: A Poética (Aristóteles) Dom Quixote (Cervante) e O Nome da Rosa (Não sei escrever o nome do autor, relevem, por favor).



- Postado por: Cris às 14h07
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Não, esse blog não morreu (não me canso de dizer isso), apenas deu um tempo. Logo estarão aqui "notícias fresquinhas saídas do forno".

 



- Postado por: Cris às 17h06
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"Se existem verdades absolutas, neste mundo, uma delas é que todos nós temos medo de sofrer. Assim, ingenuinamente tentamos controlar as situações ao nosso redor, como se isso fosse possível. Obcecados por esse desejo de nos proteger, gastamos nossa energia e nosso tempo tentando controlar os pensamentos, as atitudes e até os sentimentos das pessoas que amamos e que, sobretudo, desejamos que nos amem.

No entanto, não nos damos conta de que a vida se baseia no imprevisível, no incontrolável, no surpreendente! Nenhum sentimento é garantido, nenhuma conseqüência é revelada antecipadamente. O futuro é totalmente incerto. E apesar de tamanha imprevisibilidade, temos em nosso coração toda a possibilidade de conquistarmos o que e quem amamos, o que é muito diferente de controlar, prever ou obter garantias!

Muitas pessoas não conseguem encontrar um amor, não se entregam a uma relação profunda e verdadeira simplesmente porque estão todo tempo, tentando obter certezas. As perguntas não param de gritar, as dúvidas não têm fim e o medo de se deparar com a dor parece assombrar milhares de corações, impedindo-o de enxergar uma ou outra possibilidade tão plausível quanto sofrer.

Será que ele me ama? Será que vale apenas perdoar e tentar de novo? Será que ele não vai me trair? Será que na estou sendo idiota? Será que não vou sofrer mais do que ficar sozinha?

O que será não importa agora. Na verdade nunca importará! A pergunta correta é: Eu quero? Quando aprendermos a responder a responder com respeito e responsabilidade esta simples perguntinha, termos previsto qualquer possibilidade.

Sim, porque o amor é uma chance, uma oportunidade, não uma garantia; jamais uma certeza! Podemos vivê-lo conforme nossa vontade, de acordo com o nosso coração ou...passaremos a vida inteira tentando controlar o incontrolável, garantir o incerto.

Entregar-se ao imprevisível é aceita a dor e a alegria do amor!"

 

Hoje em pelo aniversário eu recebo essa mensagem de prersente de uma pessoa prá lá de especial. Adorei



- Postado por: Cris às 14h15
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Ele está de volta! O sabor doce na boca. O brilho nos olhos, o riso correndo solto na boca, saindo sem pedir licença. A reunião dos sentidos voltou a funcionar.

Tudo agora tem gosto doce. 

Tudo cheira a perfeição, até o trabalho, feito de forma puramente mecânica, dá prazer. As horas demoram a passar mais que de costume. A vida corre solta, sem amarras, tudo é motivo para um suspiro, uma instigação, um sonho adolescente.

Abri a porta da frente e deixei a vida entrar suntuosa. Voltei a ficar boba, a rir à toa. Impressionante como perdemos o bom senso quando estamos em estado de graça. Talvez pelo simples motivo de que estado de graça não combina com bom senso.

Voltei a adorar o mar, o cheiro da maresia, o vento frio no pescoço, essas lufadas faziam falta.

É prazer em todos os cantos, saindo por todos os poros. Dei um tempo na gata borralheira e não preciso mais esperar o final do arco-íris para encontrar o meu pote de ouro.

Eu ouvi os conselhos de Gibran e a máquina da costureirinha voltou a todo vapor.



- Postado por: Cris às 17h56
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Noite dos Mascarados

Quem é você?
Adivinhe, se gosta de mim
Hoje os dois mascarados
Procuram os seus namorados
Perguntando assim:
Quem é você, diga logo
Que eu quero saber o seu jogo
Que eu quero morrer no seu bloco
Que eu quero me arder no seu fogo...

...Mas é carnaval
Não me diga mais quem é você
Amanhã tudo volta ao normal
Deixe a festa acabar
Deixe o barco correr
Deixe o dia raiar
Que hoje eu sou
Da maneira que você me quer
O que você pedir
Eu lhe dou
Seja você quem for
Seja o que Deus quiser
Seja você quem for
Seja o que Deus quiser

 

Chico Buarque e Elis Regina  


- Postado por: Cris às 16h26
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Eu te amo

Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Ah, se ao te conhecer dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que ainda posso ir
Se nós, nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato ainda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios ainda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir
Ah!...



Chico Buarque


- Postado por: Cris às 09h32
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Gael García Bernal

Gael García Bernal

Um dos homem mais lindo que "cruzou"o meu caminho nos meus vinte e poucos anos de vida.



- Postado por: Cris às 14h51
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"Morre-se pelo ego, sofre-se pelo ego, luta-se pelo ego, e depois reclamamos da falta de felicidade."

SRI AUROBINDO

- Postado por: Cris às 09h41
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Nossa! Quanta teia de aranha por aqui. Devia ter cobertos esses textos para não ficarem cheios de poeira. Mas nada que uma boa faxina não resolva.
Pois é, ano novo, vida nova, LITERALMENTE. E esse reflexo da revolução que estou passando vai se refletir nos próximos posts. Logicamente não estou falando de uma revolução extrema e brusca, ela está acontecendo de forma lenta e gradual.
Como já foi dito anteriormente, ano novo vida nova. Novas reflexões, novos desejos, agora muito mais concretos, conscientes e valiosos. Por isso não pretendo me ater muito nessas linhas. Deixo, de início, apenas uma pequena frase do maravilhoso Khalil Gibran, um dos responsáveis por essa minha nova “roupagem” algo que me fez parar alguns instante dos meus preciosos dias para refletir e bastou apenas uma hora para que eu percebesse o quanto ela mudaria minha vida

"O prazer é uma canção de liberdade, mas não é a liberdade. É o engaiolado ganhando espaço, mas não é o espaço que o envolve"


- Postado por: Cris às 08h46
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Eu e você

Olhei pelo canto dos olhos esperando que você demostrasse suas emoções contidas. Esperei sua coragem chegar e instala-se junto a você e te fazer mostrar seu mundo misterioso.
Nos seus olhos nos seus me vi lá dentro imperando, ainda que de forma discreta e quase imperceptível. Olhos de quem desvenda o que há por trás de nós dois. Nada profano ou exótico, apenas sutil, como quem se conhece
Conhecia-te pouco, porém um tempo suficientemente prazeroso que nos remetia a sensações dantes nunca experimentada.
Você meu espelho, refletor da minha alma, e das minhas melhores intenções, queria mostra-me o quanto errado era ficar fingindo ser aquilo que não podemos.
Porém sua expressão incompleta me incomodava, não sabia destinguir o momento certo de ataca-lo com o que há de pior e melhor dentro de mim. Promessas pagas em suaves prestações serviram para que você me dominasse.
Esperei pacientemente nosso apocalipse, o final de tudo aquilo que creditávamos. Esperei ver a ruína daqueles que um dia já me fizeram chorar. Mas você, sempre sábio, aconselhou-me a olhar o sol por sobre as nuvens.



- Postado por: Cris às 13h31
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Confusões da mente

Pensávamos que encontraríamos lá na frente algo interessante, capaz de surpreender os sentidos, e ao fechar os olhos poderíamos alcançar e fazer transformar as coisas ao nosso redor, mas tudo que encontramos é um amontoado de palavras sem nexo...
Esfreguei seu rosto em outro para te fazer perceber o óbvio. Encostei meu corpo na parede e esperei seu olhar assustado confessar seu segredo, me ardi com seu fogo...
Com dois pesos e duas medidas mudamos conforme a lua.
De lufadas de amor no pescoço à suor escorrendo pelo rosto, buscando por verdades que não existe, buscando por aquele que não pertence a ninguém, ou um sonho esvaído que nos consome madrugada a dentro.
O arcabouço do nosso tempo demostrou os dois lados de uma verdade cruel, foi desconfortante olhar para ela.
Somos iguais em tudo, principalmente na desgraça que nos rodeia e no humor que nos arrebenta. Esperamos pelos mesmo bons dias que não virão e pela diminuição de calor insuportável que nos remete a um quarto úmido.
E ficamos olhando a noite esperando que ela nos forneça um manual de instruções capaz de melhorar de aquilo que não tem concerto. Ainda não aprendi a ir embora desse terreno improdutivo. E eu te peço para ficar ao meu lado e segurar a minha mão enquanto durmo para não ter pesadelos. Todas as vezes que eu vou embora meu coração não cabe em mim. Não, eu não consigo ir embora sem me despedaçar. Com pupilas dilatadas e veias contraídas, de sonhos despedaçados olhares sinuosos eu olho seu rosto e chego por vezes chego a me irritar com sua forma tão natural de partir e chegar.
O tempo não se tornou amigável e eu não melhorei com a sua presença. Tive febre e medo de enlouquecer, tive ânsia de tocar seu corpo forte, mas contive minhas mão com extrema força, a unha corroendo a carne, a dor juntou-se ao medo de você perceber minha fraqueza.
Os dois estranhos a nos contemplar, o silêncio constrangedor ao nosso lado que nos perguntava porque ainda estávamos ali.
Orgulhos partidos, corações sufocados, você razão eu pura emoção. Tudo ficou antigo, esquecido, um passado distante e pouco prazeroso de recordar. Sonhos que não voltariam, muros de concretos invisíveis erguidos entre nós dois.
Somos imorais. Chocamos aqueles que possuem casas edificadas de perfeições. Fazemo-los enraivecidos, constrangidos, desconfortáveis, morais. Não cabemos nesse mundo




- Postado por: Cris às 11h03
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É Proibido...

Jogue fora seu desejo pela vida, seu prazer. Tudo agora é proibido.
É proibido viver, sonhar, ter esperança. Esperança, palavra traiçoeira, muito morreram, e morrem, porque a detém em suas mentes.
Por isso vamos bani-las de nosso vocabulário para que ninguém mais se machuque com essa idéia tola.
Aliás, é proibido se machucar, correr perigo. É proibido amar, querer, fazer planos para o futuro. É proibido alcançar a cura, não ter mais medo de se expressar.
É proibido ser livre, ficar na varanda olhando à lua, fazer amigos, conversar na esquina, ou em mesas de bar, se deliciar, gozar.
Nessa roleta russa a loucura afetou nossa mente e nos deixou sem razão, fez a boca secar e o corpo esmorecer. Viver tornou-se perigoso, por isso não viva, não coloque os outros em risco. Fique em casa mudo, sem esboço qualquer, sem plantas enfeitando a casa, sem flores no jardim.
Sem cama forradas e quartos sem poeira, sem perfume, sem alma. Sem luzes acesas. Use cortinas grossas para evitar que os raios do sol entrem na casa e assim desperte sentimentos proibidos por lei.
É a era do blecaute.


- Postado por: Cris às 10h42
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Noites

É a noite que a loucura aperta, que a solidão machuca, que o olhar brilha como fogo. É a noite que os sãos mergulham na própria insensatez contida, procurando por amores e amigos inexistentes.
É a noite que os fantasmas apavoram e todos se assustam com qualquer ruído fora do comum. É a noite que um corpo pede outro para dar aconchego, acalento. É a noite que os casais se encontram para contemplar-te, sugarem suas energias e serem sugados pelo teu poder.
A noite é um salto agulha, roupas justas, maquiagem forte e perfume extravagante. Descarada. Maldita. Barata. Incontrolável. Linda. Dona de si mesma e de todos nós.
Noite de tragédias e vidas acabadas. De garotos mal-amados e mulheres vendidas. De botecos entoando melodias brejeiras e sonhos de vida melhor. Mas alguns nem sonham mais, perderam essa capacidade e te amaldiçoam por existir e cobrar deles as vidas que renegam.
Noite de sonhos, prazeres, cúmplices e testemunhas. De música tocando baixinho, de prazeres e corpos roubados, infames, inconsoláveis. De mãos geladas e personalidades múltiplas.
Noites de bem e mal me quer, de astros que não brilham mais. De cadeiras na varanda olhando a lua se exibir para qualquer um. Noite inocente, de vida sem pecado. Noite dos mascarados. De rostos banhados de luar, como diz o escritor.
Noite! Que traz a tona nosso lado mais sujo, obscuro, mais dignos de nós mesmos. Terreno fértil para os pecados capitais.
Adoro ver-te, imponente, majestosa, dona do cosmo. Que transforma homens em animais, que rouba vidas certinhas e as transformam em coisas sem valor, que apavora, embrutece, enlouquece. Que faz criar, transgredir, amar. Que vive e morre intensamente, para no outro dia aparecer ainda mais absoluta.


- Postado por: Cris às 10h40
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